Montadoras se unem à tecnologia para vender carros em tempos de coronavírus

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Que o mundo não será mais o mesmo após a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) já é consenso entre as pessoas, e muitos de nós, certamente, tiraremos lições importantes disso tudo. O isolamento social fez com que revessemos alguns conceitos em nossas vidas, não apenas no trato da saúde e pequenos hábitos, mas também quando pensamos no lado profissional e nossa rotina.

Com esse cenário, vimos alguns setores da economia serem mais afetados do que outros, como as companhias aéreas, agências de viagem, rede hoteleira e de automóveis. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores), a venda de carros no Brasil caiu 76% em abril, enquanto a produção despencou ainda mais: 99%. Mesmo assim, o segmento está sabendo se adequar a essa realidade passageira: o de automóveis.

Comprar um carro não é tão rápido no Brasil e é uma tarefa que, diante das peculiaridades do nosso mercado, exige tempo e sacrifício. É preciso levar em conta não apenas o modelo escolhido em si, mas também os custos de manutenção, seguro, revisões, consumo, valor de revenda e por aí vai. Sem contar, é claro, com o test-drive, que é determinante para que todo o negócio possa acontecer.

Mas como as montadoras têm lidado com isso em meio à crise do novo coronavírus? Cidades como São Paulo, por exemplo, estão em situação de fechamento quase que total do comércio e as concessionárias estão inseridas nessas proibições. Para tentar seguir com as vendas, mesmo que com grande queda, as marcas estão se reinventando e fazendo uso da tecnologia para efetuarem os negócios.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions. Para continuar lendo, visite o site Canaltech com a matéria completa

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